O Tempo da Criança


No sorriso da criança há esperança e cor,

Crê-se na beleza da sua inocência,

Na doçura e expressão máxima como uma flor

E da sua afável benevolência.

Vê-se os seus passinhos na primeira infância,

Curtos e ligeirinhos a perseguir a sua própria alegria,

Brincadeiras simples de criança,

A buscar pela sala os brinquedos na euforia.

Sua mãe vê-la crescer mais três anos

E aí está na idade dos porquês.

Por que tenho tantos manos?

Por que o padeiro chama o pai de freguês?

Assim passam-se os meses, ela ganha mais quatro anos

E seu pai a leva ao parque brincar.

O balanço vai e vem e levanta-lhe os encantos,

De ver do alto o algodão doce a encantar.

Somam-se mais uns tantos aniversários

E a adolescência agora chegou,

Ainda outro dia estava no berçário,

Lembram-se os pais com muito amor.

Autor Bessa de Carvalho

Direitos autorais reservados a Bessa de Carvalho

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