Lívia

Ó, Senhor eternamente serei sempre grato,
Por permitir olhar com tanta beleza,
Dama honrada, casta e de fino trato,
Reflexo da tua própria natureza.

Obrigado por estes singelos olhos,
Enxergarem a ternura desta grande alma,
Como o mar que se espalha sobre escolhos,
E o lapidam com amor, tempo e calma.

Linda jovem e amiga sabes quem é,
Amante da vida doce e eterna,
Ouves bem porque assim te falo.

Ó, Senhor é Lívia esta mulher
Simples, bela, meiga e terna,
E o teu sorriso quando me toca, eu calo.

Autor: Bessa de Carvalho

Direitos autorais a Bessa de Carvalho

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